
sexta-feira, 19 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Cronica em Prosa - Junho
O Ramalhete (Prosa), 16/06/09
Hoje o dia está sombrio, triste e envelhecido, à sombra da pífia luz de minha aurora. Há nuvens passageiras que me enchem de dor e de remorsos. E cada dia se faz noite no cair do amanhecer.
Não é mais de dúvidas e de receios que minha alma precisa. Não quero mais me machucar, trilhar por caminhos tortuosos que me levem a erros descomedidos. Quero retratar os meus impulsos e como disse outrora, relembrar que quero aprender a ser novamente um menino a altura de meus atos que ainda podem ser tão doces.
A vida pode assim ser retratada como uma abismo sem fim, onde nos lançamos sem destino aos arrabaldes de um destino onde súcias transpassam os mais belos sorrisos, ou alguem te sorri a viva luz. Nada disso é gratuito, é meu coração que fala agora, é por ele que peno a cada minuto por uma existência que não volta mais. É tão lindo o inverno quando é o frio que lhe apetece. É tão vil a primavera quando não se tem motivos para admirar o colorido das flores. Aquela que todos tememos, ela sim, que veste negro, nos arredios e longínquos rincões da existência, não bate a porta, tampouco pede para entrar.
Ora ora, o pulsar de nossas veias é um prêmio angelical! Tão divino e tão sórdido aos olhares ingênuos de reles mortais resignados a sofrer por amor, o melhor dos calipígios humanos. Meu Deus, que dia fechado. Injusto posso ser nesses momentos onde um copo de rum tem mais valor que mil palavras. Quão ousado é aquele que alimenta o desejo de crer no sentimento alheio. Quão determinado é aquele que se entrega. A precondicionante de toda uma razão de existir. Ou aquele que agrega valor à razão ou a origem de todo esse pranto. Patinam esses ventos ardentes que me cercam e de nada me consolam. Gratuitamente sou exposto a emoções que sem pudor expulsaria de meu peito. Quantos pronomes possessivos haverei de utilizar-me? Mesmo nas ênclises que assim os incluem. Ó o outono... Como são as estações... Definidas ou não são latentes por onde passamos. É como um estado de espírito que se agiganta pseudópode ou elegante como um féretro, pelo ar que respiram, ou conteúdos que não significam mais nada, apenas simboliza uma passagem perene, se é que a contradição me permite, ante os mistérios que nem a trindade saberia explicar.
Ah, o verão, este sim é colorido mas não há flores. Elas sim me enchem de esperança. E mesmo com tanta beleza, são vazias e impróprias. A inspiração dos apaixonados que reage ao conjunto mais belo, por entre fitas e encantos de rubras amarraduras que enchem aos olhares sedentos por luxúria e compaixão. Amor? Não... Este está fora do alcance de nossas mentes ainda mais vazias, que sequer preocupam-se em compreender, se é que isso é possível, a nossa presença hoje, aqui, neste mesmo segundo, para que...enfim... vejamos este dia já tão fechado. A real necessidade é o peso daquilo que valorizamos, que cativamos. Tão pequeno é o sentimento que compra com o perfume das rosas, o charme dos lírios ou a altivez espontânea das tulipas. Estas estão como nós, impacientes pela terra que nos acolhe, que nos alimenta, ocas porém lindas, vibrantes contudo mortas...
Mortas pela embriaguez covarde que tolheu sua razão. Que não as souberam cultivar. E pagam um preço humilhante daquilo que jamais irão receber, que é a única que vos pede, tão singelas, tão servis. Doam pois suas vidas para por alguns parcos momentos alimentar outras... É o apagar de uns para o acender soberbo de tantos. Não é com ira que se possa isso exprimir ou com falsas fleumas dirimir, mas pela iminência da verdade que pra sempre resplandecerá.
Todavia sedes vivas, pois são nesses pequenos momentos que cosemos a fibra do amanhã. E nele está contido o ramalhete, fruto de todas as razões possíveis que possamos rotular. Este não só de flores mortas, mas de sorrisos, de abraços, de uma lágrima de alegria que seja frente a uma conquista, seja qual for. Mas que seja verdadeira. Que seja como o dito popular, eterna enquanto dure, real, vivaz. Que o novo enlace seja o símbolo de um recomeçar glorioso, onde borboletas delicadas, transformadas, povoem nossos sonhos diários como lampejos cadentes da aurora vindoura, que não se envergonhem da essência de inseto como a própria borboleta, e que o último suspiro não seja tão breve.
Pronto, o arranjo está bonito. Tão belo que me faz chorar. Tem as cores de minha face, desbotadas e incrédulas, mesmo assim as quero próximas. Afinal assim sou, e só assim sentirei o fino perfume da obra. Tão leve e tão sutil quanto o perfume do gênesis, do alfa de minha vida. Leve consigo o ramalhete, ele lhe será útil. Fará lembrar-se de mim. E de que um dia olhaste pela janela e nem mais recordaste que viu este dia tão frio...
Por Leonardo A. Poth
Em Cocalinho-MT
Hoje o dia está sombrio, triste e envelhecido, à sombra da pífia luz de minha aurora. Há nuvens passageiras que me enchem de dor e de remorsos. E cada dia se faz noite no cair do amanhecer.
Não é mais de dúvidas e de receios que minha alma precisa. Não quero mais me machucar, trilhar por caminhos tortuosos que me levem a erros descomedidos. Quero retratar os meus impulsos e como disse outrora, relembrar que quero aprender a ser novamente um menino a altura de meus atos que ainda podem ser tão doces.
A vida pode assim ser retratada como uma abismo sem fim, onde nos lançamos sem destino aos arrabaldes de um destino onde súcias transpassam os mais belos sorrisos, ou alguem te sorri a viva luz. Nada disso é gratuito, é meu coração que fala agora, é por ele que peno a cada minuto por uma existência que não volta mais. É tão lindo o inverno quando é o frio que lhe apetece. É tão vil a primavera quando não se tem motivos para admirar o colorido das flores. Aquela que todos tememos, ela sim, que veste negro, nos arredios e longínquos rincões da existência, não bate a porta, tampouco pede para entrar.
Ora ora, o pulsar de nossas veias é um prêmio angelical! Tão divino e tão sórdido aos olhares ingênuos de reles mortais resignados a sofrer por amor, o melhor dos calipígios humanos. Meu Deus, que dia fechado. Injusto posso ser nesses momentos onde um copo de rum tem mais valor que mil palavras. Quão ousado é aquele que alimenta o desejo de crer no sentimento alheio. Quão determinado é aquele que se entrega. A precondicionante de toda uma razão de existir. Ou aquele que agrega valor à razão ou a origem de todo esse pranto. Patinam esses ventos ardentes que me cercam e de nada me consolam. Gratuitamente sou exposto a emoções que sem pudor expulsaria de meu peito. Quantos pronomes possessivos haverei de utilizar-me? Mesmo nas ênclises que assim os incluem. Ó o outono... Como são as estações... Definidas ou não são latentes por onde passamos. É como um estado de espírito que se agiganta pseudópode ou elegante como um féretro, pelo ar que respiram, ou conteúdos que não significam mais nada, apenas simboliza uma passagem perene, se é que a contradição me permite, ante os mistérios que nem a trindade saberia explicar.
Ah, o verão, este sim é colorido mas não há flores. Elas sim me enchem de esperança. E mesmo com tanta beleza, são vazias e impróprias. A inspiração dos apaixonados que reage ao conjunto mais belo, por entre fitas e encantos de rubras amarraduras que enchem aos olhares sedentos por luxúria e compaixão. Amor? Não... Este está fora do alcance de nossas mentes ainda mais vazias, que sequer preocupam-se em compreender, se é que isso é possível, a nossa presença hoje, aqui, neste mesmo segundo, para que...enfim... vejamos este dia já tão fechado. A real necessidade é o peso daquilo que valorizamos, que cativamos. Tão pequeno é o sentimento que compra com o perfume das rosas, o charme dos lírios ou a altivez espontânea das tulipas. Estas estão como nós, impacientes pela terra que nos acolhe, que nos alimenta, ocas porém lindas, vibrantes contudo mortas...
Mortas pela embriaguez covarde que tolheu sua razão. Que não as souberam cultivar. E pagam um preço humilhante daquilo que jamais irão receber, que é a única que vos pede, tão singelas, tão servis. Doam pois suas vidas para por alguns parcos momentos alimentar outras... É o apagar de uns para o acender soberbo de tantos. Não é com ira que se possa isso exprimir ou com falsas fleumas dirimir, mas pela iminência da verdade que pra sempre resplandecerá.
Todavia sedes vivas, pois são nesses pequenos momentos que cosemos a fibra do amanhã. E nele está contido o ramalhete, fruto de todas as razões possíveis que possamos rotular. Este não só de flores mortas, mas de sorrisos, de abraços, de uma lágrima de alegria que seja frente a uma conquista, seja qual for. Mas que seja verdadeira. Que seja como o dito popular, eterna enquanto dure, real, vivaz. Que o novo enlace seja o símbolo de um recomeçar glorioso, onde borboletas delicadas, transformadas, povoem nossos sonhos diários como lampejos cadentes da aurora vindoura, que não se envergonhem da essência de inseto como a própria borboleta, e que o último suspiro não seja tão breve.
Pronto, o arranjo está bonito. Tão belo que me faz chorar. Tem as cores de minha face, desbotadas e incrédulas, mesmo assim as quero próximas. Afinal assim sou, e só assim sentirei o fino perfume da obra. Tão leve e tão sutil quanto o perfume do gênesis, do alfa de minha vida. Leve consigo o ramalhete, ele lhe será útil. Fará lembrar-se de mim. E de que um dia olhaste pela janela e nem mais recordaste que viu este dia tão frio...
Por Leonardo A. Poth
Em Cocalinho-MT
segunda-feira, 11 de maio de 2009
POESIA MAIO
Uma Vida Nova em dez estrofes e cinqüenta versos... (10-05-09)
Por entre os mistérios da vida
Tantos são os caminhos ou dúvidas
Que pairam sobre as mentes fragilizadas
A retomar o prumo de uma dor perdida
E quando ela aflora é latente, impura
O remédio é um colo, que afaga protetor
Quente, selvagem, que os males expurga
E este é o berço de meu pai redentor
Aquele que nada vê, nada recrimina
E acredita que o sol raiará na manhã
Sentimento vadio de natureza divina
Que redime mazelas e colhe romã
Onde digamos a todos os viventes
Voltei, cá estou mais uma vez
Agora para todo sempre em veia latente
De amor incondicional que rubra a tez
Em vesúvios caídos de fortunas mil
Desmanchando em prantos no imaginar
Das correntes soltas, cantinho de Brasil
Que hoje me livro na vitória cortejar
Quando o amor acaba resta ao leito regressar
Neste chão de delícias onde a vida sempre plena
Rega o vinho de bom grado até o arrebatar
Onde esquifes e sonhos imundos revertem a cena
Pesadelos às três marias dirigi
Já agora minh´alma redimi
No retorno ao doce alento
Fino laço onde cresci
Onde enfim aprendemos valores
Conhecemos sentimentos, vicissitudes
A verdade no olho do irmão amigo
A vida renascer dos braços de Deus
Que esvaiu pelos dedos, lento...
Os perfumes primaveris soam odes
Que regalam alegrias fruto de atitudes
Do tempo em que o cruel castigo
Tomou a plebe dos olhos meus
Ó pai soberano, magnânimo recebe
Tua filha perdida que agora clama
Piedade daqueles que um dia se foram
Em busca de um dia melhor, percebe
A falta que fizeste, a chama
Em pobre fleuma que arde os que perdoam
Que ela enfim seja digna
E em tua boca possa ser bendita
Do dom do amor teu, o algoz
Pela eternidade que garanta
Nem que a mim leve a panca
Implorar ao mundo de viva voz
A súplica de um único beijo seu...
Por Leonardo Adam Poth
Em Canarana-MT
Por entre os mistérios da vida
Tantos são os caminhos ou dúvidas
Que pairam sobre as mentes fragilizadas
A retomar o prumo de uma dor perdida
E quando ela aflora é latente, impura
O remédio é um colo, que afaga protetor
Quente, selvagem, que os males expurga
E este é o berço de meu pai redentor
Aquele que nada vê, nada recrimina
E acredita que o sol raiará na manhã
Sentimento vadio de natureza divina
Que redime mazelas e colhe romã
Onde digamos a todos os viventes
Voltei, cá estou mais uma vez
Agora para todo sempre em veia latente
De amor incondicional que rubra a tez
Em vesúvios caídos de fortunas mil
Desmanchando em prantos no imaginar
Das correntes soltas, cantinho de Brasil
Que hoje me livro na vitória cortejar
Quando o amor acaba resta ao leito regressar
Neste chão de delícias onde a vida sempre plena
Rega o vinho de bom grado até o arrebatar
Onde esquifes e sonhos imundos revertem a cena
Pesadelos às três marias dirigi
Já agora minh´alma redimi
No retorno ao doce alento
Fino laço onde cresci
Onde enfim aprendemos valores
Conhecemos sentimentos, vicissitudes
A verdade no olho do irmão amigo
A vida renascer dos braços de Deus
Que esvaiu pelos dedos, lento...
Os perfumes primaveris soam odes
Que regalam alegrias fruto de atitudes
Do tempo em que o cruel castigo
Tomou a plebe dos olhos meus
Ó pai soberano, magnânimo recebe
Tua filha perdida que agora clama
Piedade daqueles que um dia se foram
Em busca de um dia melhor, percebe
A falta que fizeste, a chama
Em pobre fleuma que arde os que perdoam
Que ela enfim seja digna
E em tua boca possa ser bendita
Do dom do amor teu, o algoz
Pela eternidade que garanta
Nem que a mim leve a panca
Implorar ao mundo de viva voz
A súplica de um único beijo seu...
Por Leonardo Adam Poth
Em Canarana-MT
terça-feira, 21 de abril de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Poesias Março
“Heptagenária” – (Livre)
Minha linda
Minha flor
Meu caminho
Setenta de história
Muitos mais os são
Nos tempos dependentes
As margens do gravataí
São hoje hinos por ti
Setenta anos de emancipação
Alteza real do Rio Grande
Princesa querida da capital
São trezentas mil vozes
Mais, muito mais...
Que dão vivas e exaltarão
Nosso pequeno rincão
Mágico e colossal...
Berço que me viu nascer
Sob as graças do altíssimo
Nossas vidas são bênçãos
Quando se visa o renascer
Embevecido de orgulho
Do santo solo gaúcho
Me incluo em tuas promessas
De fidelidade a tão sonhada
República de Bento
São chagas que marcam
Minhas mãos calejadas
E este peito que arrebenta
De imensa alegria e saudades
Da praça do avião
Da carta póstuma de Vargas
Do metrô tão veloz
De tuas imensas passarelas
Da quinze de janeiro
Da querida estância velha
Que sepulta enfim exausta...
Meu coração arde agora,
Pelas manhãs frias de outrora
Pelo vento que cortava a alma
Caberá sempre dentro de mim
A paz que minha Canoas concedeu
Fizeram-na violenta, agressiva
Que abuso cometem vós
Desabafo do filho desgarrado
Que não pode suportar o fardo
Que tamanha ignorância produziu
Minha pequena e fina terra
Tua história é empolgante
Com que vigor nos criou
Desci a Santos Ferreira
Ganhei o Brasil, a América
Que lindo Jardim do Lago
E com que boqueirão gritaste
A nós campeiros de meu Deus
É tua fronte, altiva e clara
Que conduzirá os destinos
De nosso valoroso chão
Aplausos mil mereces só
Por mais um ano que te passa
E só assim não ultrapassa
As vertigens desse olhar...
Homenagem aos setenta anos de
emancipação política do município de
Canoas-RS, neste ano de 2009.
18/03/09.
Pretérito Presente II (14-03-09)
Mais um ano se passou
Pensamento te furtou
É ele que me brinda
Nos anos de minha vida
Que surge espontâneo ainda agora
Mesmo em pensamento não abandona
Regozijos febris e levianos de outrora
Feitiços, calipígios vem a tona....
É no amor sincero que brindamos
Crianças, inocentes, cortejamos
Aprendendo hoje e nunca a ser
A loucura desvairada de não pertencer
Pois não se pertence que é uno
Daqui ao sul é caminho insano
Minha alma mira caminhos de juno
Cada bairro, cada rua, é tão profano...
Desde o dia em que me fui
De todo é certo e justo que não
Faz-me então severo castigo
À sombra do sorriso que construí
E vejo Deus não foi em vão
Mas ainda é por ele que vivo
São cinco anos do eterno escolhido
Em bolhas de espumantes lembramos
Daquele que me traz ali tolhido
Com a mesa linda que preparamos...
Flores só a elas imaginam
Íntimos afagos nos esperam
Sabem um pouco da vida
E nela então perseveram
São delírios que frutificam?
Não... são beijos de covardia
São galhardos sentimentos
Elegantes, juvenis, “rubrescer”
Ou brancos de além mar
É insano, soberanos galanteios
Perde um ao outro ao deitar
Tardará, pois, o momento de morrer...
Ao mestre com carinho... (07/03/09)
Sagrado mestre eu sei que assim o foi
Dentre toda sua humildade, nascido em Kobe
Fez da paixão à pátria sua bandeira e assim constrói
Um berço de amor fraterno que gozamos hoje
Sim, é do verbo no presente da ação
Que maravilhas fundastes, nada foi em vão
Toda luta e toda glória desta longa vida
De amor, bênçãos e imensa sabedoria
Só a ti mestre rendemos homenagens
Pois por tuas revelações divinas disse-nos
Da verdade profunda e deste parabéns
Aos filhos de Deus que outrora professamos
Flores, borboletas, querubins, um rio de comoções
Promoveu vós em prol da humanidade
Fiel a teus princípios, abrandou os corações
Astuto e convicto, disse a nós: a liberdade
Quando estois de braços fortes, pondera-nos
Quando somos frágeis da ilusão, alerta-nos
Se vertente de sangue e lágrimas, guia-nos
E se soberbos e mesquinhos, perdoa-nos...
Essas rimas são milagres, inspiram e me tocam
São delírios conhecidos, rompantes sem pudor
Tuas palavras tão ricas que sempre ecoaram
Não pelo temor, mestre, mas pelo teu imenso amor...
Singela homenagem ao Sagrado Mestre
Masaharu Taniguchi, PhD (1893-1985) “In Memorian”
(Autor de mais de 400 obras, muitas delas ainda não traduzidas)
Por: Leonardo Adam Poth
La bendición II (08-03-09)
Me despertó la admiración de este?
Esta vez el brasileño recordar Asunción
Que pierda su vientos frescos
Sido al sur de nuestra plena dedicación
Imagen no morir en nuestros ojos
En cautividad como dicen los franceses el pequeño
Usted es la que el príncipe de estos campos
Lloriqueo, edad asunceno
Si un día se puede el amor
Todavía cubre
Pero las noches que se cura
De los problemas y el brillo de marfil
Relajar las fuerzas de los que mendigan
Por los capitanes tan desiguales
Misterios del letargo que se hundió
Cara anterior de la hermosa manantiales
Que conserva la historia original
Con usted acerca de que es extraño vértigo
Es tan corto el lazo que nos une
Al menos el interior, el perfume ...
Aromas sintomático de intestinos
Después de que el amor acaba finalmente
Volver desde la raíz con ofertas
Lo que ayer y hoy los abusos
Ahora es el momento previsto para la renovación
Por el intelecto de los niños y los hermanos rescates
Y ver el poder que usted, viejo
Olvídese de la cara, sencillamente ridículo ...
La próxima empresa, guaraní necesidad sonido
El mate y disfrutar de mi alegría
Clásico y moderno, contrasta alquiler
Que tiene sed durante la noche llorando
Tenga cuidado y buscar a sus hijos Paraguay
En caso de que ahora tus lágrimas
Debido a que usted exaltar, "Adonai"
Cada día, cada momento herido
En la recepción que, Galhardo
E persigue desgarre de la nostalgia ...
En el norte de Gaucha
Minha linda
Minha flor
Meu caminho
Setenta de história
Muitos mais os são
Nos tempos dependentes
As margens do gravataí
São hoje hinos por ti
Setenta anos de emancipação
Alteza real do Rio Grande
Princesa querida da capital
São trezentas mil vozes
Mais, muito mais...
Que dão vivas e exaltarão
Nosso pequeno rincão
Mágico e colossal...
Berço que me viu nascer
Sob as graças do altíssimo
Nossas vidas são bênçãos
Quando se visa o renascer
Embevecido de orgulho
Do santo solo gaúcho
Me incluo em tuas promessas
De fidelidade a tão sonhada
República de Bento
São chagas que marcam
Minhas mãos calejadas
E este peito que arrebenta
De imensa alegria e saudades
Da praça do avião
Da carta póstuma de Vargas
Do metrô tão veloz
De tuas imensas passarelas
Da quinze de janeiro
Da querida estância velha
Que sepulta enfim exausta...
Meu coração arde agora,
Pelas manhãs frias de outrora
Pelo vento que cortava a alma
Caberá sempre dentro de mim
A paz que minha Canoas concedeu
Fizeram-na violenta, agressiva
Que abuso cometem vós
Desabafo do filho desgarrado
Que não pode suportar o fardo
Que tamanha ignorância produziu
Minha pequena e fina terra
Tua história é empolgante
Com que vigor nos criou
Desci a Santos Ferreira
Ganhei o Brasil, a América
Que lindo Jardim do Lago
E com que boqueirão gritaste
A nós campeiros de meu Deus
É tua fronte, altiva e clara
Que conduzirá os destinos
De nosso valoroso chão
Aplausos mil mereces só
Por mais um ano que te passa
E só assim não ultrapassa
As vertigens desse olhar...
Homenagem aos setenta anos de
emancipação política do município de
Canoas-RS, neste ano de 2009.
18/03/09.
Pretérito Presente II (14-03-09)
Mais um ano se passou
Pensamento te furtou
É ele que me brinda
Nos anos de minha vida
Que surge espontâneo ainda agora
Mesmo em pensamento não abandona
Regozijos febris e levianos de outrora
Feitiços, calipígios vem a tona....
É no amor sincero que brindamos
Crianças, inocentes, cortejamos
Aprendendo hoje e nunca a ser
A loucura desvairada de não pertencer
Pois não se pertence que é uno
Daqui ao sul é caminho insano
Minha alma mira caminhos de juno
Cada bairro, cada rua, é tão profano...
Desde o dia em que me fui
De todo é certo e justo que não
Faz-me então severo castigo
À sombra do sorriso que construí
E vejo Deus não foi em vão
Mas ainda é por ele que vivo
São cinco anos do eterno escolhido
Em bolhas de espumantes lembramos
Daquele que me traz ali tolhido
Com a mesa linda que preparamos...
Flores só a elas imaginam
Íntimos afagos nos esperam
Sabem um pouco da vida
E nela então perseveram
São delírios que frutificam?
Não... são beijos de covardia
São galhardos sentimentos
Elegantes, juvenis, “rubrescer”
Ou brancos de além mar
É insano, soberanos galanteios
Perde um ao outro ao deitar
Tardará, pois, o momento de morrer...
Ao mestre com carinho... (07/03/09)
Sagrado mestre eu sei que assim o foi
Dentre toda sua humildade, nascido em Kobe
Fez da paixão à pátria sua bandeira e assim constrói
Um berço de amor fraterno que gozamos hoje
Sim, é do verbo no presente da ação
Que maravilhas fundastes, nada foi em vão
Toda luta e toda glória desta longa vida
De amor, bênçãos e imensa sabedoria
Só a ti mestre rendemos homenagens
Pois por tuas revelações divinas disse-nos
Da verdade profunda e deste parabéns
Aos filhos de Deus que outrora professamos
Flores, borboletas, querubins, um rio de comoções
Promoveu vós em prol da humanidade
Fiel a teus princípios, abrandou os corações
Astuto e convicto, disse a nós: a liberdade
Quando estois de braços fortes, pondera-nos
Quando somos frágeis da ilusão, alerta-nos
Se vertente de sangue e lágrimas, guia-nos
E se soberbos e mesquinhos, perdoa-nos...
Essas rimas são milagres, inspiram e me tocam
São delírios conhecidos, rompantes sem pudor
Tuas palavras tão ricas que sempre ecoaram
Não pelo temor, mestre, mas pelo teu imenso amor...
Singela homenagem ao Sagrado Mestre
Masaharu Taniguchi, PhD (1893-1985) “In Memorian”
(Autor de mais de 400 obras, muitas delas ainda não traduzidas)
Por: Leonardo Adam Poth
La bendición II (08-03-09)
Me despertó la admiración de este?
Esta vez el brasileño recordar Asunción
Que pierda su vientos frescos
Sido al sur de nuestra plena dedicación
Imagen no morir en nuestros ojos
En cautividad como dicen los franceses el pequeño
Usted es la que el príncipe de estos campos
Lloriqueo, edad asunceno
Si un día se puede el amor
Todavía cubre
Pero las noches que se cura
De los problemas y el brillo de marfil
Relajar las fuerzas de los que mendigan
Por los capitanes tan desiguales
Misterios del letargo que se hundió
Cara anterior de la hermosa manantiales
Que conserva la historia original
Con usted acerca de que es extraño vértigo
Es tan corto el lazo que nos une
Al menos el interior, el perfume ...
Aromas sintomático de intestinos
Después de que el amor acaba finalmente
Volver desde la raíz con ofertas
Lo que ayer y hoy los abusos
Ahora es el momento previsto para la renovación
Por el intelecto de los niños y los hermanos rescates
Y ver el poder que usted, viejo
Olvídese de la cara, sencillamente ridículo ...
La próxima empresa, guaraní necesidad sonido
El mate y disfrutar de mi alegría
Clásico y moderno, contrasta alquiler
Que tiene sed durante la noche llorando
Tenga cuidado y buscar a sus hijos Paraguay
En caso de que ahora tus lágrimas
Debido a que usted exaltar, "Adonai"
Cada día, cada momento herido
En la recepción que, Galhardo
E persigue desgarre de la nostalgia ...
En el norte de Gaucha
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
CRONICA JANEIRO
Lentamente (Softly), 04/02/09
Que poderia dizer eu sobre o que a muito venho sentindo... Aliás sentindo seria pouco, é uma vivência. Dizer que este amor me consome, me corrói, me devota, é o trivial. Como explicar em palavras toda a dedicação de anos. Mais um dos dilemas desta vida de diversidades. Certa vez exclamei que sofrer e amar é a dicotomia perfeita da vida. São tantas outras... Não posso mensurar. É demais para mim. Tudo isso é mais do que posso suportar, sou tão frágil para amar. Tão sensível ao sentimento. Lentamente me sufoco neste mar de embriaguez... Que este efeito seja o mel de meus dias.
Cantando minha vida com as palavras dele...disse o poeta. Isso é recíproco. Conduz-me e mata-me diariamente com tuas palavras, ou melhor com teu olhar. Mesmo que não possa vê-lo, mas é perpétuo em minha mente. Cada aperto de teus dedos em minhas mãos é como a carícia de minhas próprias, como estopim de delícias que ardem sem sofrer e concomitante congelam os abrasivos da alma... Tu sabes que sabe me amar. Pena ainda não sei, não da forma ideal que sonhara. Assim surgiu e assim é este amor...
São verbos simples que podem descrevê-lo, simples como ele, e colérico quando quer... Todos somos ou imaginamos ser amantes, é o sentido que nos impulsiona. Cantou uma boa canção, percebi seu estilo. Fitei-me no delírio mundano do divisor de águas vindouro. Decidimos viver este pecado um tempo e dele brotou tudo isso.
Todo, inteiro, sou completo por ti! Louco visionário de uma vida sem limites. Onde os campos são pequenos e os fortuitos são perenes, na utopia transcendente de sentir-se uno... Essa voz nunca se cala, teu ressonar é ainda mais forte, é combustível para meus sonos e sonhos juvenis. E como se supera...Somos um enfim! Pois sua dor eu sinto agora... teu pulsar me invade...todas investidas são incertas, só é certo esse torpor! Jamais serei o mesmo, seja o destino o precursor de quaisquer rompantes. Letárgico estou e assim perecerei com alegria. Continue...entorpece...
São delírios estes que faço agora, a melhor forma de poesia...espontânea. Siga-me matando levemente com sua canção... É aquela ensurdece saudavelmente cada passo. Eu te observo. Tu não, apenas me segues. Só assim serei melhor, serei maior.
Com estes rabiscos seguem a dor enrustida e apaziguadora da minha existência que é nossa... Somente o plural é adequado neste caso.
Certo dia expressaste teu amor. Contou tua vida e usou minhas palavras. Era o que queria ouvir. Seguimos trilhando pelos caminhos escuros que nos conduziram a excelência... Meu Deus, que se dissipem os algozes! Aos preconceituosos meu sincero abraço! Jamais se espera compaixão daquele que não a tem para si. Jamais se denota emoção para aquele que não a viveu. Juntamo-nos a almas enriquecidas... Aquelas que nos apoiaram e em quem encontramos apoio. A verdadeira dedicação e porque não dizer declaração e entrega mútua.
Que família formamos, ela não se desfez! Não pode perecer, pois são laços divinos. O entardecer de algumas estradas encontram caminhos antagônicos, distantes muitas vezes... Denotam nossa personalidade humana de decisão e poderio autônomo de imperadores de nossas circunstâncias, senhores do destino como se diria. E a todos que seguirei dizendo que quero deitar-me em berço febril, erguer meus punhos à luta e verter o sangue de toda a jornada que me fez hoje. É penoso o caminho, sim, não há como negar, é entrega, é renuncia, é cessão... Rendemos e transferimos partes de tudo aquilo que se imagina ser... Se até a epiderme se altera na totalidade em curto espaço de tempo, imaginem a complexa e incompreensível mente humana... E a mente de quem ama... imaginem! Todos nós amamos... não... já que é impossível amar o material, ele não possui forma definida para o mundo da verdade. A verdade plena de regozijos, a imagem refletida daquele que nos criou, e nos cedeu o direito de refletirmos agora.
Segue então a canoa de ventos brandos. Aquela que a brisa do mar nos deixou. Nessa partida, um abraço quente me inundou. Enxuto de todas as lágrimas que um dia ingênuo pude romper, e mesmo consciente prosseguirei abundantemente.
Todo o rubor que me causou a multidão, repito...foi passageiro. A multidão é sábia no que diz, tola no que pensa e cega no que sente... E meus sentidos estão aguçados, mais do que prontos principalmente para te ouvir. E é nesse embalo que aplaudo e ovaciono essa bela trilha dourada... Ele leu meus bilhetes...cada recadinho e os interpretou. Lá estava o coro. Alguns sisudos, outros lânguidos e donos de fleumas. Apáticos por não sentirem o mesmo, e foscos de um amor que os incendiasse. Pois é este o carma. Se ele existe só deve ser um legado. E ele é frutífero, fugaz, banal...e resume-se em sua tênue intensidade, se assim pode-se dizer...
Quero dar vivas às escolhas que fiz e a vida que me cerca! Abrandar com os olhos de toda essa imensidão, para assim mais tempo ficar ao teu lado. Não me afogue em frias águas, contudo inunda com teus lábios.... O dourado é o novo, e o novo é hoje, tudo aquilo que preciso revelar, o amanhã será hoje se assim o quisermos e assim será fatalmente se o sentimento triunfar. É isso que nos basta, todos os demais frutificarão daí. Mesmos sozinhos agora nada mudará. Os ventos já se tornam mais fortes e a tormenta tardará.
Eu orei... e fui compreendido. Que mais bênçãos poderia ter? São lágrimas de imensa felicidade que posso concluir. Todas as linhas seriam parcas. Prossegue o teu crime, desfalca o resquício de dúvidas que venturosas surgirem! A canção segue mais ao fundo, e o punhal estoca o ventre dos hereges. Aqueles que falamos intactos estão, portanto, conte minha vida, vamos...ela é a sua também.
Agora repito, apenas me siga. O caminho está traçado. Abre a janela de tua casa e as luzes se apagam...É hora de partir. Só o faço pois meu amor me espera...
Por: Leonardo Adam Poth, Comodoro-MT
Referência: Canção Kiling me softly with her song.
Intérprete: Roberta Flack.
Que poderia dizer eu sobre o que a muito venho sentindo... Aliás sentindo seria pouco, é uma vivência. Dizer que este amor me consome, me corrói, me devota, é o trivial. Como explicar em palavras toda a dedicação de anos. Mais um dos dilemas desta vida de diversidades. Certa vez exclamei que sofrer e amar é a dicotomia perfeita da vida. São tantas outras... Não posso mensurar. É demais para mim. Tudo isso é mais do que posso suportar, sou tão frágil para amar. Tão sensível ao sentimento. Lentamente me sufoco neste mar de embriaguez... Que este efeito seja o mel de meus dias.
Cantando minha vida com as palavras dele...disse o poeta. Isso é recíproco. Conduz-me e mata-me diariamente com tuas palavras, ou melhor com teu olhar. Mesmo que não possa vê-lo, mas é perpétuo em minha mente. Cada aperto de teus dedos em minhas mãos é como a carícia de minhas próprias, como estopim de delícias que ardem sem sofrer e concomitante congelam os abrasivos da alma... Tu sabes que sabe me amar. Pena ainda não sei, não da forma ideal que sonhara. Assim surgiu e assim é este amor...
São verbos simples que podem descrevê-lo, simples como ele, e colérico quando quer... Todos somos ou imaginamos ser amantes, é o sentido que nos impulsiona. Cantou uma boa canção, percebi seu estilo. Fitei-me no delírio mundano do divisor de águas vindouro. Decidimos viver este pecado um tempo e dele brotou tudo isso.
Todo, inteiro, sou completo por ti! Louco visionário de uma vida sem limites. Onde os campos são pequenos e os fortuitos são perenes, na utopia transcendente de sentir-se uno... Essa voz nunca se cala, teu ressonar é ainda mais forte, é combustível para meus sonos e sonhos juvenis. E como se supera...Somos um enfim! Pois sua dor eu sinto agora... teu pulsar me invade...todas investidas são incertas, só é certo esse torpor! Jamais serei o mesmo, seja o destino o precursor de quaisquer rompantes. Letárgico estou e assim perecerei com alegria. Continue...entorpece...
São delírios estes que faço agora, a melhor forma de poesia...espontânea. Siga-me matando levemente com sua canção... É aquela ensurdece saudavelmente cada passo. Eu te observo. Tu não, apenas me segues. Só assim serei melhor, serei maior.
Com estes rabiscos seguem a dor enrustida e apaziguadora da minha existência que é nossa... Somente o plural é adequado neste caso.
Certo dia expressaste teu amor. Contou tua vida e usou minhas palavras. Era o que queria ouvir. Seguimos trilhando pelos caminhos escuros que nos conduziram a excelência... Meu Deus, que se dissipem os algozes! Aos preconceituosos meu sincero abraço! Jamais se espera compaixão daquele que não a tem para si. Jamais se denota emoção para aquele que não a viveu. Juntamo-nos a almas enriquecidas... Aquelas que nos apoiaram e em quem encontramos apoio. A verdadeira dedicação e porque não dizer declaração e entrega mútua.
Que família formamos, ela não se desfez! Não pode perecer, pois são laços divinos. O entardecer de algumas estradas encontram caminhos antagônicos, distantes muitas vezes... Denotam nossa personalidade humana de decisão e poderio autônomo de imperadores de nossas circunstâncias, senhores do destino como se diria. E a todos que seguirei dizendo que quero deitar-me em berço febril, erguer meus punhos à luta e verter o sangue de toda a jornada que me fez hoje. É penoso o caminho, sim, não há como negar, é entrega, é renuncia, é cessão... Rendemos e transferimos partes de tudo aquilo que se imagina ser... Se até a epiderme se altera na totalidade em curto espaço de tempo, imaginem a complexa e incompreensível mente humana... E a mente de quem ama... imaginem! Todos nós amamos... não... já que é impossível amar o material, ele não possui forma definida para o mundo da verdade. A verdade plena de regozijos, a imagem refletida daquele que nos criou, e nos cedeu o direito de refletirmos agora.
Segue então a canoa de ventos brandos. Aquela que a brisa do mar nos deixou. Nessa partida, um abraço quente me inundou. Enxuto de todas as lágrimas que um dia ingênuo pude romper, e mesmo consciente prosseguirei abundantemente.
Todo o rubor que me causou a multidão, repito...foi passageiro. A multidão é sábia no que diz, tola no que pensa e cega no que sente... E meus sentidos estão aguçados, mais do que prontos principalmente para te ouvir. E é nesse embalo que aplaudo e ovaciono essa bela trilha dourada... Ele leu meus bilhetes...cada recadinho e os interpretou. Lá estava o coro. Alguns sisudos, outros lânguidos e donos de fleumas. Apáticos por não sentirem o mesmo, e foscos de um amor que os incendiasse. Pois é este o carma. Se ele existe só deve ser um legado. E ele é frutífero, fugaz, banal...e resume-se em sua tênue intensidade, se assim pode-se dizer...
Quero dar vivas às escolhas que fiz e a vida que me cerca! Abrandar com os olhos de toda essa imensidão, para assim mais tempo ficar ao teu lado. Não me afogue em frias águas, contudo inunda com teus lábios.... O dourado é o novo, e o novo é hoje, tudo aquilo que preciso revelar, o amanhã será hoje se assim o quisermos e assim será fatalmente se o sentimento triunfar. É isso que nos basta, todos os demais frutificarão daí. Mesmos sozinhos agora nada mudará. Os ventos já se tornam mais fortes e a tormenta tardará.
Eu orei... e fui compreendido. Que mais bênçãos poderia ter? São lágrimas de imensa felicidade que posso concluir. Todas as linhas seriam parcas. Prossegue o teu crime, desfalca o resquício de dúvidas que venturosas surgirem! A canção segue mais ao fundo, e o punhal estoca o ventre dos hereges. Aqueles que falamos intactos estão, portanto, conte minha vida, vamos...ela é a sua também.
Agora repito, apenas me siga. O caminho está traçado. Abre a janela de tua casa e as luzes se apagam...É hora de partir. Só o faço pois meu amor me espera...
Por: Leonardo Adam Poth, Comodoro-MT
Referência: Canção Kiling me softly with her song.
Intérprete: Roberta Flack.
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