Um minuto (17-08-10) Livre.
Só mais um minuto
É o tempo que peço
Para refletir a vida
De ontem e de hoje.
É o tempo necessário
Ao despertar da aurora
Aos sábios austeros
Que fingem esquecer
A nova sinfonia que tarda
No frigido alvorecer
Só mais um instante
O altíssimo irá conceder
É o tempo de uma lágrima
Ou de uma saudade
Quiçá todas juntas
Em borbulhas e espasmos
Livres da tortura
E do capital
Onde sinto que a vida
É mais que um sentido comum
É maior que o sentido de tato
É o “lato” do sangue que reina
No desespero de amar
A léguas e séculos
Transcendendo os ventos
Que teimam em soprar
A todo instante...
Que refrigério é este último minuto
Nem sei se é ultimo
Mas é como se fosse
Na intensidade
Minúscula que rege
A brisa que foge
Às têmporas racionais...
É tão pleno esse momento
Oração fervorosa
Dentre entes dementes
Que em seu significado
Deploram detalhes
E exaltam riquezas
Das terras de acolá
É um mar de incertezas
Que ronda esse rico saber
E explora as vontade
De ricas beldades
Contidas apenas
Neste último minuto
De saudades...
Canarana-MT.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Perfil em FLICKr e FACEBOOK!!


http://www.flickr.com/photos/leonardoadam/
http://www.facebook.com/?ref=home#!/profile.php?id=100001369104419
terça-feira, 20 de julho de 2010
Homenagem a Jair Kobe
Agora nesse finalzinho de Julho, neste frio do hemisfério sul, vamos relembrar e aplaudir o moderno e revolucionário humorista gaúcho Jair, o nosso Guri de Uruguaiana, com sua tradição renovada e irreverência salutar. Seus vídeos são únicos e seguem links de post no You Tube, dos mais divertidos. Abraços!
http://www.youtube.com/watch?v=d1ZpUVxP8JE
http://www.youtube.com/watch?v=9l6lExsh7Nw
http://www.youtube.com/watch?v=Q4S8eL8F1Ok
E ele tem que ser gremista!!!
http://www.youtube.com/watch?v=d1ZpUVxP8JE
http://www.youtube.com/watch?v=9l6lExsh7Nw
http://www.youtube.com/watch?v=Q4S8eL8F1Ok
E ele tem que ser gremista!!!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Poesias Junho
Tão pequenina 2
Um grande homem não se vai
Assim, tão de repente
Simplesmente se renova, renasce
De um ser celestial que nunca se esvai
Daquele que se diz carne,
Contudo nunca o foi
Ou na concepção de “homem”
Paz, espírito e graça
É a esperança que me move
Ao enxugar das lágrimas
Que teimam em crer
Que o novo incorpora o velho
Cheio de delírios que produzem máximas
E relutam...ao som do alvorescer
Na verdade redundam o já sabido
Que ele está aqui entre nós
E como é gracioso teu olhar meu querido
Bem vindo... pois agora somos dez.
Família POTH: Vivos (Dez, por ordem de nascimento. Nome de nascido ou de casamento)
Edith Poth Soares, 1927
Ernani Poth, 1954
Denise Poth Duarte, 1960
Elizabeth Macedo Poth, 1960
Leonardo Adam Poth, 1982
Elise Macedo Poth, 1988
Danieli Poth Duarte, 1989
Pedro Thales Poth, 1992
Debora Poth Duarte, 1992
Davi Adam Poth Silva, 2010
Um grande homem não se vai
Assim, tão de repente
Simplesmente se renova, renasce
De um ser celestial que nunca se esvai
Daquele que se diz carne,
Contudo nunca o foi
Ou na concepção de “homem”
Paz, espírito e graça
É a esperança que me move
Ao enxugar das lágrimas
Que teimam em crer
Que o novo incorpora o velho
Cheio de delírios que produzem máximas
E relutam...ao som do alvorescer
Na verdade redundam o já sabido
Que ele está aqui entre nós
E como é gracioso teu olhar meu querido
Bem vindo... pois agora somos dez.
Família POTH: Vivos (Dez, por ordem de nascimento. Nome de nascido ou de casamento)
Edith Poth Soares, 1927
Ernani Poth, 1954
Denise Poth Duarte, 1960
Elizabeth Macedo Poth, 1960
Leonardo Adam Poth, 1982
Elise Macedo Poth, 1988
Danieli Poth Duarte, 1989
Pedro Thales Poth, 1992
Debora Poth Duarte, 1992
Davi Adam Poth Silva, 2010
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
DAVI ADAM POTH SILVA

Garça Branca de Castro
Eu sou a garça branca que vive só
A beira do rio contemplando a fuga
Da escuridão profunda, o pó
Que redunda ao caminho da gruta
Sou assim aquele pássaro perdigueiro
Que em riso manhoso desdenha
Os passos trigueiros do homem faceiro
Que cintila os olhos a mirar a fogueira
Aquele colibri triste das águas
Que não entende o choro das mulatas
Batendo a roupa suada e anáguas
De suas sinhás que impunham chibatas
E as lindas donzelas em vestido de festa
Valsando no salão, urrando as entranhas
Soando barbáries a noite da orquestra
Que em sã consciência são todas estranhas...
Que foram elas naquelas mãos veementes?
De crias diversas, bonecas e varões
Fruto do pé de fruto rubro e pais ausentes
E do jugo monarca, centelhas de grilhões
Foi a febre terçã o estopim funesto
Que viu da morte ressurgir a liberdade
Da mão negra que encilha o cabresto
E sombras alvas que não inspiram saudade...
Suspira o baronato em finas sedas e delicados cristais
Geme a negrada de alma levada no seu crepitar
E os brancos malacafentos imperam os avais
Dos pardais que piam pequeno e temem chorar
O agouro dos pobres é o delírio do café
É o semblante doloroso de mães desesperadas
Que voam de encontro ao ventre de sapé
E adentra o sabiá nas salas abarrotadas
De gente farta que espera a morte chegar
Lentamente, mesmo ao som das polcas tristes
Que vagam no horizonte de súplica salutar
E invocam multidões que em tempo esquecestes
E que partiu em vão na marcha da noite
Presa ao chão, a ferros e açoite
Mesmo assim eu sou a garça branca
Que plana, às benesses de meu Deus, insana
Neste caminho funesto e ateu
Onde só o andarilho ignorante contempla
Pois aquela ave ao longe sou eu.
LAP, iniciada em abril, concluída em 26-05-10.
DAVI ADAM POTH SILVA, BEM VINDO...BIENVENIDO

Garça Branca de Castro
Eu sou a garça branca que vive só
A beira do rio contemplando a fuga
Da escuridão profunda, o pó
Que redunda ao caminho da gruta
Sou assim aquele pássaro perdigueiro
Que em riso manhoso desdenha
Os passos trigueiros do homem faceiro
Que cintila os olhos a mirar a fogueira
Aquele colibri triste das águas
Que não entende o choro das mulatas
Batendo a roupa suada e anáguas
De suas sinhás que impunham chibatas
E as lindas donzelas em vestido de festa
Valsando no salão, urrando as entranhas
Soando barbáries a noite da orquestra
Que em sã consciência são todas estranhas...
Que foram elas naquelas mãos veementes?
De crias diversas, bonecas e varões
Fruto do pé de fruto rubro e pais ausentes
E do jugo monarca, centelhas de grilhões
Foi a febre terçã o estopim funesto
Que viu da morte ressurgir a liberdade
Da mão negra que encilha o cabresto
E sombras alvas que não inspiram saudade...
Suspira o baronato em finas sedas e delicados cristais
Geme a negrada de alma levada no seu crepitar
E os brancos malacafentos imperam os avais
Dos pardais que piam pequeno e temem chorar
O agouro dos pobres é o delírio do café
É o semblante doloroso de mães desesperadas
Que voam de encontro ao ventre de sapé
E adentra o sabiá nas salas abarrotadas
De gente farta que espera a morte chegar
Lentamente, mesmo ao som das polcas tristes
Que vagam no horizonte de súplica salutar
E invocam multidões que em tempo esquecestes
E que partiu em vão na marcha da noite
Presa ao chão, a ferros e açoite
Mesmo assim eu sou a garça branca
Que plana, às benesses de meu Deus, insana
Neste caminho funesto e ateu
Onde só o andarilho ignorante contempla
Pois aquela ave ao longe sou eu.
LAP, iniciada em abril, concluída em 26-05-10.
DAVI ADAM POTH SILVA, BEM VINDO...BIENVENIDO
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